
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Festa de Natal 2010 - Mensagem de Natal

É tempo de reconstruir...
Quando os sinos tocam anunciando o Natal, nossos corações se enchem de alegrias e esperanças.
É como se um novo ciclo estivesse começando e deixamos para trás todas as nossas angústias, todas as nossas tristezas, toda a desesperança.
O nascimento de Jesus reacende a chama da solidariedade, do amor fraterno e da possibilidade de podermos fazer algo ao nosso semelhante.
Vivemos tempos difíceis!
Tempo de refletir e buscar mudanças,
Tempo de questionarmos e de novas oportunidades,
Tempo de reconstruir.
Devemos deixar de reclamar tanto e buscar soluções,
De enfrentar nossos medos e acreditar que somos capazes de muito mais...
Acreditar de sonhos existem e devem ser vividos,
Acreditar que a vida é muito mais do que nossas limitações possam nos mostrar.
Acreditar que a nossa força está na coragem de assumirmos nossos erros e na capacidade de nos perdoarmos.
Só assim, com o coração leve, podemos seguir em frente.
Se cair, levante!
Continue sua caminhada mesmo que isso lhe cause dores.
Não desista nunca...
Não deixe que o desespero apague o brilho dos seus olhos, o sorriso do seu rosto.
Aprenda com o sofrimento. Há uma lição muito maior atrás de tudo isso.
Deixe repousar em seus braços o Menino Jesus e que com ele venha a certeza de que todas as lutas valem a pena e que todos nós merecemos a felicidade, cada um a sua medida, a seu tempo.
Deixe o Natal refletir a luz que irá te acompanhar neste Ano Novo!
Que Deus abençoe a todos.
Com os mais sinceros votos de um feliz Natal e um Ano Novo de muita Paz...
Equipe Aptho
( Texto: Roseli Elizete Falato)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
A BOA SORTE

REGRAS DA BOA SORTE
A sorte não dura muito tempo,
pois não depende de você.
A Boa Sorte é criada por você mesmo,
por isso dura para sempre.
Muitos são os que querem ter Boa Sorte,
mas poucos os que decidem buscá-la.
Se você não tem Boa Sorte agora,
talves seja porque está sob as circunstâncias de sempre.
Para que ela chegue,
é preciso criar novas circunstâncias.
Preparar as condições favoráveis para a Boa Sorte não significa buscar
somente o benefício para si mesmo.
Criar condições nas quais os outros também ganham atrai a Boa Sorte.
Se você deixar para amanhã o trabalho que precisa ser feito,
A Boa Sorte talves nunca chegue.
Criar as condições favoráveis requer dar um primeiro passo.
Faça isso hoje mesmo!
Às vezes, mesmo que as condições favoráveis estejam aparentemente presentes,
A Boa Sorte não chega.
Procure nos pequenos detalhes o que for aparentemente desnecessário
mas imprescindível!
Para quem só acredita no acaso,
criar as condições favoráveis parece absurdo.
Para quem se dedica a criar as condições favoráveis, o acaso não é motivo
de preocupação.
Ninguém pode vender a sorte.
A Boa Sorte não se compra.
desconfie dos vendedores da sorte.
Após criar todas as condições favoráveis,
tenha paciência, não desista.
Para alcançar a Boa Sorte, tenha confiança.
Para criar a Boa Sorte é preciso preparar
as condições favoráveis para as oportunidades.
As oportunidades, porém, não dependem de sorte ou de acaso:
elas estão sempre presente!
Portanto,
Criar a Boa Sorte consiste unicamente
Em criar as condições favoráveis!
Se criar a Boa Sorte é
criar condições favoráveis,
a Boa Sorte depende unicamente de você.
A partir de hoje,
você também pode criar a Boa Sorte!
Texto retirado do livro: A Boa Sorte
Autores: Álex Rovira Celma e Fernado Trías de Bes
Postado por Roseli Elizete Falato
Psicóloga/Psicopedagoga
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Passeio ao Cinema

Neste feriado fizemos um passeio ao Shopping Metrópoles para uma sessão de cinema com nossas crianças. Passamos uma tarde muito agradável, onde todos nos divertimos muito.
Com a presença das terapeutas Roseli e Agueda, os amigos Vieira e Rosangela, nossos pequenos Ana Beatriz, Amanda, Milena e Matheus pudemos realizar um encontro que com certeza deixará saudades.
É muito gratificante podermos realizar esses tipo de trabalho, fora do contexto Clínico, e acompanhar nossos pequenos em atividades recreativas e culturais, complementando um trabalho focado na integração do deficiente junto a sociedade.
Roseli Elizete Falato
Psicologa/Psicopedagoga
domingo, 24 de outubro de 2010
Hiperatividade ou falta de limites?
Muito se fala hoje sobre a Hiperatividade e nos prejuízos que causa na vida de nossas crianças, devido ao comprometimento significativo das funções sociais, das relações familiares, da realização nos estudos e nas atividades profissionais. No entanto, é necessário uma Avaliação multidisciplinar que integra a neurologia, a psicologia, a fonoaudiologia a psicopedagogia e em alguns casos, também uma avaliação psiquiatrica para um diagnóstico correto.
Mas antes de entrarmos nesse assunto, gostaríamos de levantar algumas questões fundamentais quanto as atitudes que tomamos frente a determinadas situações do cotidiano, que podem ser determinantes para chegarmos a um outro diagnóstico.
Quais são as suas atitudes quando seu filho:
* interrompe ou se intromete em assuntos de adultos
* responde de forma agressiva quando você tenta explicar-lhe algo ou orientá-lo
* quando não cumpre uma ordem sua ou um compromisso assumido
* quando mente
* quando não obedece regras estabelecidas por vocês
* quando não realiza atividades escolares e seu desempenho começa a decair
* quando apresenta problemas de comportamento na escola ou ambientes sociais
* quando pede algo que você não tem condições de dar....
Estas questões estão sendo colocadas para que possamos refletir sobre as atitudes que tomamos frente a determinadas situações do cotidiano, que de forma direta ou indireta também refletem nas atitudes que nossos filhos terão frente ao meio que estão inseridos.
Será que na maioria das vezes, não permitimos que os desejos de nossos filhos antecedam a real necessidade?
Por exemplo:
Quando dizem estar com fome, comem o que oferecemos ou só querem bobagens?
Quando dizem estar com sede, bebem agua ou só querem refrigerantes?
Ficam satisfeitos com o que tem ou só querem coisas de "marca"?
Hiperatividade ou falta de limites?
Atualmente fala-se muito sobre a hiperatividade principalmente no contexto educacional e familiar, quando a criança começa a mostrar-se agitada, sem atenção ou envolvimento em atividades, o rendimento escolar começa a apresentar prejuízos, o que gera também dificuldades nos relacionamentos.
Sabe-se que a hiperatividade apresenta caracteristicas neurocomportamentais que tem como sintomas principais:
* Não permanecer sentado por muito tempo, revirando-se, mexendo pés e mãos
* apresenta constante sensação de inquietação e ansiedade, com dificuldades em brincar, estudar e praticar atividades de lazer
* fala constantemente com tendência a monopolizar a conversa
* mostra necessidade de estar sempre ocupado com alguma coisa, agindo como se estivesse "elétrico"
* costuma fazer várias coisas ao mesmo tempo porem sem concluí-las
* apresenta prejuízo escolar devido a falta de atenção
Quando a hiperatividade é diagnosticada corretamente é necessário que a criança passe por acompanhamento multidisciplinar que ira ajudá-la a superar suas dificuldades e quando necessário o médico indicara a medicação mais adequada, que devera ser administrada corretamente e com responsabilidade.
Mas devemos estar atentos pois crianças que não recebem orientações quanto a limites, regras, valores morais, ou que passam por problemas familiares, por bulling, tendem a apresentar comportamentos semelhantes, sem no entanto apresentarem alterações neurológicas.
Muitas vezes as crianças são vitimas de uma educação frágil. Permissiva demais ou rígidas, que acabam por gerar comportamentos inadequados que facilmente serão confundidos com os apresentados pela hiperatividade.
Os primeiros contatos da criança com o mundo é feito através dos pais. É importante demonstrar o quanto ela é amada para que se sinta segura e protegida. Ela também sente necessidade de conversar e de ser ouvida para que possa compreender e assim assimilar normas e valores que levarão para toda a vida e que serão responsáveis pelas atitudes que terão no meio ao qual estão inseridos.
Portanto, temos uma responsabilidade enorme no desenvolvimento emocional e psíquico de nossas crianças.
Se queremos ser respeitados precisamos respeitá-los também.
Somos o melhor exemplo para nossos filhos.
Roseli Elizete Falato
Psicóloga/Psicopedagoga
Merle Elen A. Oliveira
Pedagoga/Psicopedagoga
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