segunda-feira, 16 de maio de 2011

Escolhas certas podem fazer a diferença!



Nos tempos atuais precisamos cuidar da qualidade do que nossos filhos assistem na televisão, cinemas.

Hoje a sociedade e os órgãos públicos não se importam em fiscalizar e nem de expor nossas crianças e adolescentes a todo tipo de violência.

Diariamente podemos ver nos noticiários, novelas, filmes e até mesmo em locais públicos cenas que qualquer especialista consideraria inadequada para determinadas faixas etárias, devido mesmo a imaturidade emocional para compreender . Até mesmo programações que teriam como alvo crianças e adolescentes, exibem conteúdos violentos, desrespeitosos, que nada tem a contribuir para o desenvolvimento psíquico de nossos filhos.

Assistindo a um capítulo de Malhação, programa exibido diariamente pela Rede Globo que deveria ter uma preocupação com o público jovem, exibiu uma cena grotesca, de um psicopata enterrando vivo um jovem.

Não pensei duas vezes, mandei um email para a rede globo falando da minha indignação.

Não podemos omitir dos nossos jovens a realidade que vemos todos os dias, mas podemos pelo menos, em nossos lares, poupa-los dessa violência irracional que atinge nossa sociedade.

Não combatemos o mal com o mal.

Devemos ter a responsabilidade de apresentar a nossos filhos o que o mundo tem de melhor.

Precisamos falar de amor, respeito,honestidade.

Precisamos falar de Deus, seja a sua religião ou sua crença qual for.

Precisamos protestar, reclamar e fazer escolhas que acreditamos adequadas a nossos filhos.

Temos a obrigação de orientá-los e ensiná-los a ser homens de bem. E hoje, infelizmente não podemos mais contar com a sociedade como parceira, uma vez que esta não está nem um pouco interessada na qualidade de vida de nossas crianças.

Enquanto permitirmos que esses lixos televisionados entrem em nossos lares, estaremos contribuindo para uma sociedade violenta, irresponsável.

Não estou criticando a televisão. Temos uma gama grande de programações educativas, informativas e humorísticas muito boas, que podem contribuir para o lazer e a educação.

Precisamos apenas saber escolher , pois dela depende a formação moral de nossa crianças.

E acredito que elas merecem o que de melhor podemos oferecer!



Roseli Elizete Falato

Psicóloga/Psicopedagoga

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Feliz Dia das Mães

Mãe

Lembro-me da infância.

A senhora preparando as refeições com tanto carinho, acho que era por isso que a comida tinha um sabor especial: era o gosto do amor.

As coisas mais simples do cotidiano tinham um significado diferente quando realizadas ao seu lado.

Lembro-me das horas que passávamos juntas, conversando sobre a escola, meus amigos, o que eu tinha feito no dia. Sempre ouvia tudo com uma paciência infinita e com suas palavras simples e afetuosas, me ajudava a compreender meu mundo de criança.

Vivíamos dentro de um contexto simples, mas onde nunca faltou compreensão, amor e seu jeito diferente e especial de ser mãe.

Recordo as noites antes de dormir. Cuidadosamente ajeitava meu cobertor, dava-me um beijo e antes de apagar a luz, parava por alguns instantes na porta do quarto, olhava bem silenciosamente e agradecia a Deus por mais um dia.

E a vida ia passando...

E a senhora sempre aí!

Compreendia a minha rebeldia de adolescente, mas com seu jeitinho amoroso apontava meus erros, impunha os limites e me ensinava a compreender meu mundo agora repleto de conflitos, insegurança e sonhos.

Hoje, depois de tantos anos, me pego parada a porta de seu quarto. Agora sou eu que ajeito seu cobertor, beijo-lhe o rosto e agradeço a Deus por cada minuto ao seu lado.

Fico observando em silencio seus cabelos brancos, seu andar vagaroso. Hoje te ajudo a ver aquilo que seus olhos não conseguem mais enxergar. Amparo os passos de quem um dia amparou os meus. Ouço pacientemente suas histórias repetidas vezes e me sinto um pouco mãe. Mas jamais deixarei de ser filha, sua menina, como a senhora costuma dizer.

Não há palavras para definir o amor e a gratidão. Não há tempo que apague as marcas do amor.

Mãe, palavra pequena mas que expressa o sentimento mais nobre e profundo.

Hoje revivendo nossa história, quero através dela homenagear a todas as mães que dedicam seus dias, sua vida em prol de seus filhos.

A cada uma desejo que Deus derrame suas bençaos e lhes conceda a paz e o amor que cada uma de vocês merecem.




Postado: Roseli Elizete Falato

Psicologa/Psicopedagoga

sábado, 30 de abril de 2011

Dia do Trabalho

Hoje quero deixar uma pequena homenagem a todos os trabalhadores, que se dedicam a construir um mundo melhor.
Não importa a sua profissão. São trabalhadores do Brasil que lutam diariamente por uma vida mais justa, mais digna.
Sei que as vezes nos sentimos desmotivados, desvalorizados, mas não podemos nos abater diante das dificuldades. Elas são necessárias para que possamos nos superar a cada dia.
Juntos podemos muito.
Parabéns a todos aqueles que se dedicam de corpo e alma. Que não medem esforços para realizar seu trabalho diário com dedicação e responsabilidade.
Que Deus abençoe a todos os trabalhadores!


Postado por Roseli Elizete Falato
Psicóloga/Psicopedagoga

Feliz Dia do Trabalho





CLIQUE E VEJA A MENSAGEM COMPLETA.


domingo, 24 de abril de 2011

sábado, 2 de abril de 2011

Educar........


Educar é viajar pelo mundo do outro sem nunca penetrar nele. É usar o que passamos para nos transformar no que somos.

O melhor educador não é o que controla, mas o que liberta.

Não é o que aponta os erros, mas o que os previne.

Não é o que corrige comportamentos, mas o que ensina a refletir.

Não é o que enxerga o que é tangível aos olhos, mas o que vê o invisível.

Não é o que desiste, mas o que estimula a começar tudo de novo.

O excelente educador abraça quando todos rejeitam, anima quando todos condenam, aplaude os que jamais subiram ao pódio, vibra com a coragem de disputar dos que ficaram nos últimos lugares. Não procura o brilho, mas se faz pequeno para tornar seus filhos, alunos e colegas de trabalho grandes.

O excelente mestre não é o que mais sabe, mas o que mais tem consciência do quanto não sabe. Não é o viciado em ensinar, mas o mais ávido em aprender. Não é o que declara os seus acertos, mas o que reconhece suas próprias falhas.Não é o que deposita informações na memória, mas o que expande a maneira de ver, de reagir e de ser.

Educar é tarefa intelectual mais fascinante, ao mesmo tempo, a que mais revela nossa impotência.


Qual educador daria conta dessa missão?



Trecho retirado do livro: Maria, a maior educadora da História. Autor: Augusto Cury.


Deixo essa mensagem para educadores, mães, professores e a todos que se dedicam a educação de crianças e adolescentes como reflexão quanto a responsabilidade que temos ao assumirmos esse compromisso. Educar é uma arte. É amor incondicional.....



Postado:

Roseli Elizete Falato

Psicóloga/Psicopedagoga

terça-feira, 22 de março de 2011

Diga não ao bullyng!!!

Quem de nós já não se sentiu agredido por palavras e/ou aqueles famosos apelidos que nos intimidavam e nos faziam sentir vergonha?

O “ BULLYING” faz parte do nosso dia-a-dia.

Mas o que é “BULLYING”?
É um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
É dividido em duas categorias:
a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos
b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos.
No Brasil, 34% dos nossos jovens entre 12 e 16 anos já foram vítimas de algum tipo de agressão física e/ou verbal. Cerca de 17% dos jovens entre 10 e 14 anos foram vítimas de Bullying verbal. Foram insultados ou receberam mensagens de texto ou imagens pela internet e celular.
Mesmo que você nunca tenha sofrido com o Bullying, com certeza testemunhou algum amigo ou conhecido que passou por esse desconforto.
Hoje este tipo de agressão é muito comum nas escolas, nos ambientes sociais e dentro dos próprios lares. O efeito disso traz danos não apenas saúde, mas também para o desenvolvimento emocional.
O “ BULLYING” tem um efeito devastador, causando ansiedade, adolescentes com tendência a anorexia, fobias e em alguns casos mais extremos ataques de pânico.
Se você é vítima desse tipo de agressão procure enfrentar a situação com alma e dialogo. O silencia só vai gerar mais angustia e sofrimento.
Procure mostrar ao agressor que você não vai se deixar levar por uma atitude covarde de quem lhe agride.
Caso não esteja preparado para isso, procure a ajuda de um professor, de um familiar ou um profissional que possa lhe ajudar a resolver esse problema.
O importante é você não se calar e dessa forma também ajudar aqueles que não tem a mesma coragem para se defender.
Enquanto profissionais da área da educação, saúde e pais temos a obrigação de alertar e orientar nossos jovens. Valorizando o amor e o respeito ao próximo.
A “RE-EDUCAÇÃO” e a busca de um mundo melhor, só depende de nós!



Roseli Elizete Falato - Psicologa/Psicopedagoga
Mérle Elen A. Oliveira - Pedagoga/Psicopedagoga